Etanol – Devido às pressões ambientais e preocupações com segurança energética, a maior parte dos países, entre eles as principais potências econômicas, estuda a substituição das matrizes de combustível utilizadas atualmente (petróleo e carvão), por novas fontes energéticas. São pressões ambientais contra emissões de CO e CO2 na atmosfera proveniente do uso do petróleo (principalmente) e do carvão. Isso sem contar as pressões sobre segurança energética, que diz respeito à concentração da produção de petróleo em regiões de constantes confl itos étnico-religiosos. Estados Unidos – Produzindo e consumindo cerca de 20 bilhões de litros, meta de consumo de 28,4 bilhões em 2012 e 132 bilhões em 2017 – meta Bush. Custo do litro de etanol do milho = U$0,30 – contra custo de U$0,22/litro par etanol do Brasil, produzido de cana. Utiliza atualmente 3% de etanol à gasolina com consumo de 2 bilhões de litros por ano.
China – Estabeleceu mistura de 10% de etanol à gasolina em cinco províncias onde circulam 16% da frota de veículos da China, com mercado de cerca de 4.5 bilhões, com tendências a crescimento, com maiores perspectivas para biodiesel.
Índia – Atualmente estabelece mistura de 5% de etanol na gasolina, podendo chegar à proporção de 10% a 20%.
União Européia – Com grande motivação para uso do etanol devido a questões ambientais. Necessidades futuras de grandes importações. Deste modo, há um grande aumento nas perspectivas de crescimento do consumo do etanol no mundo. O número de áreas agrícolas insuficientes forçará cada país traçar sua própria estratégia, tanto para etanol, biocombustível ou qualquer outra alternativa energética que esteja em estudo avançado.
Brasil – Desde 1993 tornou-se obrigatório a mistura do etanol anidro à gasolina no percentual entre 20 e 25%. Atualmente, produzimos 17,5 bilhões de litros por ano, com a meta de produção de 35,7 bilhões de litros até 2013. Em 2013, calcula-se que poderemos exportar cerca de 7 bilhões de litros, com o consumo interno estando em cerca de 28 bilhões de litros. Custo atual do litro do etanol brasileiro da cana-de-açúcar é de U$0,22 contra:
• U$0,30 do etanol americano do milho
• U$0,45 do etanol europeu de cereais
• U$0,53 do etanol europeu de beterraba
Portanto, a produção do etanol no Brasil necessita continuar a crescer rapidamente e, assim, expandir as áreas de cultivo da cana-de-açúcar. Em termos de Brasil, não há motivo para preocupações quanto à expansão da cultura de cana-de-açúcar: temos 62 milhões de hectares (aproximadamente 10%). Temos 200 milhões de áreas em pastagens, das quais 90 milhões podem ser transferidas para agricultura (cana, cereais, etc) sem afetar questões ecológicas ou ambientais.
Estamos possibilitando com a cana, grandes volumes de exportações (superávits comerciais), aquecendo o mercado de máquinas, equipamentos, insumos, transportes, etc. Ou seja, produzindo empregos diretos e indiretos.
A região – A característica da região sudeste, que abrange o quadrilátero Itapetininga – Paranapanema – Itaporanga – Itapeva é de produtora de cereais. A expansão do plantio da cana-deaçúcar iniciou-se há três anos naturalmente impulsionada pelas boas condições econômicas do açúcar e álcool. Paralelamente, ocorreu nos três últimos anos, notadamente no ano 2005, problemas com os preços dos cereais, o que fez um certo número de agricultores arrendarem suas áreas para cana.
Outras áreas ociosas ou de pastagens foram cedidas para cana, porém, na região continua predominando a cultura de cereais. As perspectivas para cereais (milho e soja) são boas no presente e para o futuro, uma vez que etanol está absorvendo praticamente todo milho americano que seria exportado. Com isso o preço do milho já está subindo a altas taxas nos mercados. A soja está em alta no mercado mundial, estimulando também seu plantio. O consumo do etanol no mundo está fazendo preços do milho e da soja aumentarem (etanol favorecendo os cereais), estimulando seu plantio.
Assessoria de Imprensa Código Solar Produções
(21) 2214-0257 – codigosolar@globo.com
Utilfertil
A Utilfertil atua intensivamente em nossa região atendendo a cereais e cana-de-açúcar. Atua também em quase todo o Estado de São Paulo, regiões do Paraná e Mato Grosso do Sul. A empresa, que completa 25 anos em 2007, tem plenas condições de continuar suprindo os mercados agrícolas em expansão, como o mercado da cana-de-açúcar, por exemplo. Suas unidades operacionais têm capacidade para dobrar sua produção se o mercado solicitar. Na onda do etanol e do biodiesel, com certeza haverá uma crescente no mercado de produção de fertilizantes.
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