Gerson Augusto Gelmini – Engº Agrônomo Diretor do Centro de Fiscalização de Insumos e Conservação do Solo Coordenadoria de Defesa Agropecuária da SAA/SP
No âmbito da legislação federal, a Lei 7.802/89, com redação dada pela Lei 9.974/ 01, bem como o Decreto 4.074/02, distribuíram responsabilidades para o destino das embalagens entre os usuários, comerciantes e fabricantes.
Os usuários devem efetuar a devolução das embalagens vazias e respectivas tampas aos estabelecimentos comerciais em que foram adquiridos ou em qualquer posto de recebimento ou centro de recolhimento, licenciado por órgão ambiental competente e credenciado por estabelecimento comercial, observando as instruções constantes dos rótulos e bulas, no prazo de até um ano, contado da data da compra.
No caso de remanescer produto na embalagens após este período, devem efetuar a devolução, desde que vazias, em até 6 meses após o término do prazo de validade.
Devem também, manter à disposição dos órgãos fiscalizadores, os comprovantes de devolução de embalagens vazias fornecidos pelos estabelecimentos comerciais, postos de recebimento ou centros de recolhimento, pelo prazo mínimo de um ano.
Os estabelecimentos comerciais devem dispor de instalações adequadas para o recebimento e armazenamento das embalagens vazias devolvidas pelos usuários, até que sejam recolhidas pelas respectivas empresas titulares do registro, produtoras e comercializadoras, responsáveis pela destinação final dessas embalagens.
Se não tiverem condições de receber ou armazenar embalagens vazias no mesmo local onde são realizadas as vendas dos produtos, os estabelecimentos comerciais devem credenciar posto de recebimento ou centro de recolhimento, devidamente licenciados, cujas condições de funcionamento e acesso não venham dificultar a devolução pelos usuários.
Os estabelecimentos comerciais devem também, obrigatoriamente, constar na nota fiscal de venda dos produtos, o endereço para devolução das embalagens vazias, comunicando aos usuários eventual alteração no endereço.
Os estabelecimentos comerciais, postos de recebimento e centros de recolhimento devem fornecer comprovante de recebimento das embalagens vazias e manter sistema de controle das quantidades e dos tipos de embalagens recebidas em devolução, com a respectiva data.
As empresas titulares de registro, produtoras e comercializadoras são responsáveis pelo recolhimento, pelo transporte e pela destinação final das embalagens vazias, devolvidas pelos usuários aos estabelecimentos comerciais ou aos postos de recebimento, no prazo de um ano a contar da devolução pelos usuários, podendo também instalar e manter centro de recebimento.
Os produtores de equipamentos para pulverização devem inserir nos novos equipamentos, adaptações destinadas a facilitar as operações de tríplice lavagem ou tecnologia equivalente. A lei tem previsão para entrar em vigor a partir de 01 de Junho de 2002.
Ailton Reis / Sieglinde Brune Pesquisadores, Embrapa Hortaliças, Brasília Eduardo S. G. Mizubuti Professor, Depto. de Fitopatologia, UFV ailton@cnph.embrapa.br Várias doenças fúngicas incidem na cultura da batata, comprometendo a sua produtividade, acarretando um aumento...
Natalino Shimoyama Gerente Geral da ABBA A comercialização de muitos produtos agrícolas é o principal problema do segmento produtor no Brasil. No caso da batata podemos destacar como principais fatores: a globalização, as variedades...
Júlio César de Souza, Bolsista Fapemig Paulo Rebelles Reis, Bolsista do CNPq Rogério Antônio Silva, Bolsista Fapemig Lenira Viana Costa Santa-Cecília, Bolsista Fapemig William Resende Alexandre Júnior, Bolsista Fapemig Pesquisadores da Epamig Sul de...
Rui Scaramella Furiatti – furiatti@convoy.com.br Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) Setor de Ciências Agrárias e de Tecnologia Entre as principais espécies de afídeos que colonizam a batata destacam-se: Myzus persicae (Sulzer); Macrosiphum euphorbiae...